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Será que o chip Neuralink de Elon Musk é a marca da besta?


Imagem de Elon Musk do lado esquerdo em contraste com imagem da sillhuete de perfil de um busto humano transparente onde dentro esta o esqueleto, com um chip no centro do crânio.

Nos últimos anos, avanços significativos têm sido feitos no campo da neurociência e da tecnologia. Um desses avanços revolucionários é o chip Neuralink, desenvolvido pela empresa homônima fundada por Elon Musk.

O chip, conforme se sabe, vem para ajudar a medicina, principalmente quem tem problemas motores, por exemplo. Mas é claro, como tudo que envolve o empresário Elon Musk, sempre há especulações e teorias controversas. Uma delas é a de que , segundo alguns religiosos, o chip seria a Marca da Besta. Será?

Antes de entrarmos nesta questão, acho interessante conhecermos um pouco mais sobre Elon Musk, a empresa Neuralink e o chip de mesmo nome. Sou Leonardo Born escritor de ficção, mistério, adepto da teoria da conspiração e vou te ajudar a entender melhor tudo isso. Vamos lá?


Quem é Elon Musk?


Foto de Elon Musk explanando em uma palestra.

Elon Musk é um empresário e empreendedor conhecido por fundar e liderar várias empresas notáveis no setor de tecnologia. Nasceu em Pretória, África do Sul, em 28 de junho de 1971.

Elon Musk é o CEO da Tesla, Inc., uma empresa de veículos elétricos, e da SpaceX, uma empresa aeroespacial que visa revolucionar a exploração espacial e tornar a humanidade uma espécie multiplanetária. Isso mesmo! Ele também é o fundador da Neuralink, uma empresa de neurotecnologia, e da The Boring Company, que desenvolve soluções para transporte subterrâneo.

E mais recentemente se tornou dono também do Twitter, uma rede social e um serviço de microblog para comunicação em tempo real usado por milhões de pessoas e organizações.

Antes de iniciar suas próprias empresas, Elon Musk desempenhou um papel crucial em outras empresas de destaque. Foi co-fundador da PayPal, um serviço de pagamentos online, que foi adquirido pelo eBay em 2002. A experiência e o capital obtidos com essa venda, ajudaram Musk a fundar suas futuras empresas.

Elon Musk é conhecido por sua visão ambiciosa e inovadora para o futuro da tecnologia e da humanidade. Ele tem trabalhado para acelerar a transição global para energia limpa com a Tesla, desenvolver foguetes reutilizáveis e viabilizar a colonização de Marte com a SpaceX, além de buscar avanços na interface cérebro-máquina com a Neuralink.

Suas ideias e projetos têm atraído muita atenção e gerado um impacto significativo nos campos da mobilidade, energia e exploração espacial. Além disso, Elon Musk é conhecido por sua presença nas redes sociais, onde compartilha atualizações sobre seus projetos e também comenta sobre outros tópicos diversos.

A última de Musk, foi fazer uma parceria com o polêmico jornalista apresentador de telejornal Tucker Carlson, que após ser demitido da Fox News, passou a falar suas verdades por meio do Twitter.

Entre essas e outras, alguns acham que tanto Carlson, como o próprio Elon Musk, estão trabalhando em prol de um bem maior, tentando despertar as massas do domínio das grandes mídias que por muito tem dominado a narrativa contando histórias que apenas favorecem a eles e seus senhores, a Elite Global, conhecida por alguns como Globalistas e por outros como Estado Profundo. Mas isto é conversa para outro artigo. Continuemos falando sobre o Neuralink.


Neuralink: Unindo Mentes e Máquinas para Impulsionar o Futuro da Humanidade


Logo da Neuralink a esquerda no alto, seguida de uma silhueta de uma cabeça feminina com um ponto branco no alto do crânio, disposta a direita.

Nos últimos anos, temos testemunhado um avanço surpreendente no campo da tecnologia, e um dos conceitos mais empolgantes e promissores que surgiram é a empresa Neuralink. Fundada em 2016 por Elon Musk, a Neuralink tem como objetivo principal desenvolver interfaces cérebro-computador (BCIs, na sigla em inglês) para conectar o cérebro humano diretamente a máquinas.

A missão da Neuralink é criar uma simbiose perfeita entre o potencial inexplorado da mente humana e o poder das máquinas. Ao desenvolver BCIs altamente avançadas, a empresa busca superar as limitações da comunicação tradicional entre humanos e computadores, permitindo uma transferência de informações direta e bidirecional entre o cérebro e dispositivos eletrônicos.

A tecnologia proposta pela Neuralink consiste em pequenos eletrodos implantados cirurgicamente no cérebro, que se conectam a fios ultrafinos capazes de transmitir sinais elétricos entre os neurônios e um pequeno dispositivo externo chamado "Link". Esse dispositivo, do tamanho de uma moeda, é colocado atrás da orelha e atua como uma interface entre o cérebro e os dispositivos eletrônicos.

Os benefícios potenciais da tecnologia Neuralink são vastos e impactantes. Por exemplo, pessoas com deficiências motoras poderiam recuperar a capacidade de mover membros paralisados através do controle de próteses robóticas avançadas. Além disso, indivíduos com problemas neurológicos, como epilepsia ou doença de Parkinson, poderiam se beneficiar de terapias personalizadas e implantes cerebrais que ajudariam a controlar e aliviar os sintomas.

No entanto, a ambição da Neuralink não se limita apenas a tratar doenças e deficiências. Elon Musk tem uma visão ainda mais audaciosa, na qual a tecnologia da Neuralink poderia permitir aprimoramentos cognitivos, como aumentar a memória ou facilitar a aprendizagem. Esses avanços têm o potencial de revolucionar áreas como educação, pesquisa científica e até mesmo a evolução da própria humanidade.

No entanto, é importante ressaltar que a Neuralink enfrenta desafios significativos. A segurança e a privacidade dos dados cerebrais, a necessidade de cirurgias invasivas para implantes e a aceitação ética e social de interfaces cérebro-computador são questões que devem ser abordadas cuidadosamente.

Apesar desses desafios, a Neuralink está avançando em ritmo acelerado. A empresa já realizou testes em animais, o que por si só já é um passo bem polêmico e nãda bem aceito por muitos. Em um futuro próximo, planeja iniciar os primeiros testes clínicos em seres humanos. Esses avanços representam um salto impressionante na compreensão e exploração da mente humana.

Em resumo, a Neuralink é uma empresa pioneira no campo das interfaces cérebro-computador, buscando desvendar o potencial do cérebro humano e conectá-lo a máquinas. Embora ainda esteja em estágios iniciais, a tecnologia proposta pela Neuralink tem o potencial de transformar a forma como interagimos com a tecnologia e, eventualmente, abrir novos caminhos para a evolução da mente humana.

Mas como muitas das coisas feitas por Elon Musk, a criação da Neuralink, por si só, é uma verdadeira polêmica. Isso porque há muitos que acreditam que a junção de homem e máquina, o que é chamado de transhumanismo, faça parte de um futuro sombrio que tem como objetivo controle das massas.

Apesar de aparecer algo um tanto dramático, na verdade há bastante racionalidade nesse tipo de pensamento. É sabido que desde o final dos anos 1960 e começo de 1970, agências como a CIA, faziam experimentos com pessoas em relação a controle mental, como por exemplo o misterioso MK Ultra, que ainda abordaremos aqui no blog. Há também relatos de avanços tecnológicos por parte de militares de diversos países, como China, Rússia e EUA, que vêm desenvolvendo e aprimorando interfaces bélicas, para melhorar o desempenho de seus soldados em campo de batalha. São os chamados supersoldados.

Fica então um ponto de interrogação o quanto a união do homem e máquina pode ser bom ou ruim. Talvez como sempre, tudo irá depender das intenções por trás. Ou seja, a tecnologia por si só, é somente uma ferramenta, sendo o problema o destino que o homem dá a ela.


O Chip Neuralink: Desvendando a Interface Entre o Cérebro e a Tecnologia


Um cérebro humano de cor azulada no centro da imagem, com um chip em seu centro, contrastando com um fundo preto

Esse pequeno dispositivo criado pela empresa de mesmo , da qual Elon Musk é o dono, está destinado a se tornar uma interface direta entre o cérebro humano e a tecnologia, abrindo portas para uma série de aplicações.

O chip Neuralink consiste em um implante cerebral altamente sofisticado, do tamanho de uma moeda, que é inserido no cérebro por meio de uma pequena cirurgia. Sua principal função é estabelecer uma conexão bidirecional entre o cérebro e um dispositivo externo, como um computador ou um smartphone. Ele é capaz de ler e decodificar sinais cerebrais e também pode enviar informações de volta para o cérebro. O que muitos acham, ser uma maneira de poder induzir e até ditar ordens e comportamentos para as pessoas. Será?

Uma das aplicações mais promissoras do chip Neuralink é no campo da medicina. Ele tem o potencial de tratar uma variedade de distúrbios neurológicos, como a doença de Parkinson e a epilepsia, fornecendo estimulação cerebral direta para restaurar a função normal. Além disso, pode ajudar a melhorar a qualidade de vida de pessoas com paralisia, permitindo-lhes controlar próteses ou dispositivos assistivos diretamente com o pensamento.

Outra área é a interface cérebro-computador. Com o chip Neuralink, poderemos interagir com a tecnologia de uma maneira totalmente nova. Imagine controlar um computador apenas com o poder da mente, digitar em um teclado virtual sem tocar em uma única tecla ou até mesmo transmitir pensamentos diretamente para outras pessoas. Essas possibilidades podem revolucionar a maneira como interagimos com o mundo digital. E o que alguns questionam, é que da mesma forma, até que ponto as máquinas ou quem as comandam, podem interferir e até ler nossos pensamentos?

Por isso, o chip Neuralink também levanta questões éticas e preocupações de privacidade. Afinal, ele envolve o acesso direto ao nosso cérebro e aos nossos pensamentos mais íntimos. É crucial garantir que os dispositivos Neuralink criados por Elon Musk, sejam desenvolvidos e utilizados de maneira responsável, com a devida proteção dos dados e o consentimento informado dos usuários.

Embora o chip Neuralink ainda esteja em fase experimental e muitos desafios técnicos e regulatórios precisem ser superados, ele oferece um vislumbre do futuro da interface entre o cérebro humano e a tecnologia. À medida que avançamos para uma era cada vez mais interconectada, o potencial do chip Neuralink para aprimorar nossa cognição, tratar doenças e expandir nossas habilidades parece até coisa de filme de ficção científica.

Em resumo, o chip Neuralink é uma promessa fascinante que busca criar uma conexão direta entre o cérebro e a tecnologia. Embora ainda haja muito a ser explorado e aprimorado, ele tem o potencial de revolucionar a medicina, a interação humano-computador e até mesmo a forma como entendemos a própria consciência. O futuro dessa tecnologia é intrigante e certamente vale a pena acompanhar seus avanços nos próximos anos.


Por que o chip Neuralink seria a Marca da Besta?


Silhueta de uma cabeça humana, transparente e desenhada com linhas azuis cintilante em 3D, com o número 666 escrito na testa, contra um fundo preto, preenchido com códigos binários em azul claro.

A bíblia cristã, mas especificamente o Livro do Apocalipse do Novo Testamento, escrito por João, deixa claro que o sinal ou marca da besta pode ser inserido na testa ou na mão direita e, tem o poder de restringir a compra e venda, ou seja, ninguém poderá comprar ou vender sem esta marca.

Já existe a tecnologia para o controle de compra e venda através de microchip de computador que está nos cartões de crédito em funcionamento hoje, que já se estendeu para o smartphones. Aliás, há relatos de que alguns supermercados na Europa, hoje exigem a apresentação de um passaporte digital e só quem o tem em seu aparelho , pode entrar no estabelecimento para fazer compras.

O mais assustador é que, uma vez no supermercado, o usuário não precisa passar no caixa. Basta apenas pegar os produtos que necessita ou deseja e estes são debitados automaticamente de sua conta por meio de um app no celular.

Sem falar que o mundo está migrando para a moeda digital, o que na percepção de alguns, facilitaria ainda mais o controle econômico que sugere a marca da besta. Mas aqui faço uma ressalva. Isto realmente seria um problema, caso os países perdessem suas moedas e soberania, estando todos a mercê de uma única moeda digital controlada por um Estado Maior acima de todos os países. Se cada um tiver a sua, seria o inverso desse cenário apocalíptico.

Muitos religiosos dizem que o anticristo, certamente utilizará esta tecnologia de controle sobre a humanidade após o arrebatamento da igreja. Conforme o

Teólogo e também pastor na Igreja Batista Maanain de Fortaleza (CE), Yago, ele não acredita que a marca da besta seja um chip, porque está na testa. O chip está no cérebro. Uma grande diferença na opinião dele.

Ainda segundo Yago, a marca da besta não significa que você vai ter uma peça de tecnologia implantada, mas sim um ato e símbolo de adoração implantado, o qual ninguém sabe como será. Além disso, Yago Martins ainda diz que a marca da besta não deve ser algo que a pessoa vai ter por engano. Pelo contrário, será necessário que tenha consciência da escolha que estará fazendo, que será pública.

Fora isso, existem muitas outras teorias, que poderiam levar a crer que o Neuralink de Elon Musk, poderia ser a Marca da Besta. Até filmes como Omega Code, ou a série de livros Deixados para Trás, escrita por Tim LaHaye e Jerry B. Jenkins, que também viraram filmes, mostram como a tecnologia pode se disfarçar como algo demoníaco que será usado para dominar as massas.

Se ainda quiser ter um vislumbre de como essa ideia pode ser explorada , leia também o meu thriller O Enigma da Bíblia - A Tormenta, uma ficção que aborda o assunto.

No mais, como já disse anteriormente, a questão não é a tecnologia em si, mas sim o fim para qual será usada, o que sempre dependerá das intenções do homem. O problema talvez seja, que aqueles que estão hoje no topo da cadeia alimentar, parecem cada vez mais se revelar verdadeiros carrascos, que apesar de parecer absurdo, tem como plano a diminuição e controle da população, para satisfazer seus próprios desejos de poder.





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