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Majestic 12: Uma organização secreta que investiga OVNIs


Silhueta de um política com a bandeira dos EUA atrás dele, com o espaço sideral de fundo. No centro de seu rosto está o carimbo de "top secret", cercado aos lados por dois discos voadores, um alien gray e um aviso de alien desaparecido.

Majestic 12, muitas vezes abreviado como MJ-12, é o nome de uma organização secreta estabelecida pelo presidente americano Truman.


Seu objetivo principal era supervisionar as investigações de OVNIs e extraterrestres, mantendo o máximo sigilo nesses domínios. Muitos especulam que chegaram ao ponto de recorrer a medidas letais para proteger os seus interesses.


Acredita-se que a iniciativa MJ-12 tenha sido um empreendimento altamente confidencial iniciado sob a administração do presidente Harry Truman (1945-1953).


Na sequência do incidente de Roswell em Setembro de 1947, poucos meses após o acontecimento, o Departamento de Defesa teria reunido uma comissão composta por figuras influentes dos círculos de inteligência, científicos e militares.


Majestic 12 e o caso de Roswell


Este grupo de doze foi encarregado de compilar um relato exaustivo da queda do Novo México e do avistamento do OVNI, com o mandato de ocultar esta informação para evitar o pânico.


Conjecturas conspiratórias propõem que o grupo MJ-12 possa ter-se envolvido num pacto clandestino com seres extraterrestres, permitindo-lhes acesso irrestrito à Terra para investigação biológica em troca de armamento avançado para ajudar os Estados Unidos.


Surge um aspecto intrigante: se esta organização está de facto envolta no maior segredo, como conseguiu captar a atenção do público através de representações na televisão e nos meios de comunicação social?


A resposta a esta questão é delicada, pois a maioria das referências às origens destes documentos apontam para um produtor de televisão que, em 1984, teria recebido um pacote enigmático contendo um rolo de filme.


Sobre Jaime Shandera


As imagens contidas revelaram documentos confidenciais do MJ-12, incluindo detalhes sobre sua pesquisa e a recuperação de uma espaçonave acidentada com corpos extraterrestres.


Em dezembro de 1984, Jaime Shandera, produtor de filmes de Hollywood e entusiasta de OVNIs, recebeu pelo correio um pacote sem identificação. Dentro havia um rolo não revelado de filme preto e branco de 35 mm.


O pacote chegou sem qualquer carta de acompanhamento ou informação do remetente, exceto por um selo postal que indicava sua origem: Novo México.


No entanto, uma faceta menos discutida e obscura que muitas vezes passa despercebida ou obscurecida é o fato de que a primeira menção ao MJ-12 apareceu em um documento atribuído a Richard Doty, um ex-agente especial da Força Aérea dos Estados Unidos, supostamente elaborado como desinformação.


Doty afirma ter fornecido este documento aos ufólogos durante seu mandato no AFOSI (Escritório de Investigações Especiais da Força Aérea), aparentemente a pedido de seus superiores. Ele afirma que este foi apenas um episódio de uma campanha que durou vários anos.


Ao revelar o filme, Shandera descobriu que ele continha negativos aparentemente representando um relatório datado de 18 de novembro de 1952, dirigido ao presidente eleito Dwight D. Eisenhower.


O documento trazia um aviso inicial: "Este é um documento ALTAMENTE SECRETO - APENAS PARA OS SEUS OLHOS, contendo informações confidenciais essenciais para a segurança nacional dos Estados Unidos."


Os documentos Top Secret

Pasta com o carimbo "Top Secret" e uma foto antiga em preto e branco de um disco voador sobrevoando um deserto.

As páginas seguintes apresentavam uma lista de doze cientistas, líderes militares e consultores de informação influentes dos Estados Unidos. Só na terceira página é que o tema do documento se tornou evidente: a recuperação de um disco voador acidentado e de corpos extraterrestres perto de Roswell, Novo México, em julho de 1947.


A página final continha um memorando do presidente Harry Truman ao secretário de Defesa James Forrestal, datado de 24 de setembro de 1947. Nele, Truman emitiu diretrizes para iniciar a "Operação Majestic-12", mas sem revelar qualquer indicação de sua natureza.


REVELAÇÕES SURPREENDENTES


Individualmente, este memorando parecia intrigante, mas quando considerado juntamente com o relatório de 1952, a narrativa começou a tomar forma: em Julho de 1947, uma “aeronave em forma de disco” despedaçou-se perto de Roswell, e o pessoal militar descobriu “entidades biológicas extraterrestres”.


Quando o presidente Truman foi informado sobre o incidente, autorizou o ministro da Defesa, Forrestal, a estabelecer um comitê para tratar do assunto.


Após a eleição presidencial de Eisenhower em 1952, ele teria sido informado sobre a Operação Majestic-12. O relatório continha uma lista dos doze membros do comitê e um relato detalhado do acidente.


O parágrafo final enfatizou o imperativo de “evitar, a todo custo, a propagação do pânico”, confirmando a ocultação da verdade pelo governo sobre os OVNIs. No entanto, a questão crítica persiste: estes documentos são genuínos?


Em 1980, durante sua pesquisa para um filme relacionado a OVNIs, o produtor cinematográfico Jaime Shandera estabeleceu contatos nos círculos militares. É possível que alguns desses indivíduos bem informados tenham vazado os documentos do Majestic-12 para ele?


As análises indicam que um memorando MJ-12 foi impresso em papel de casca de cebola, comumente usado pelo governo dos EUA entre 1953 e 1970. Conhecido na ufologia como o "documento Cutler-Twining", foi descoberto nos Arquivos Nacionais depois que Bill Moore recebeu um cartão postal revelando sua localização.


A busca pela verdade


EM BUSCA DA VERDADE As opiniões entre os ufólogos divergem. Dentro do campo “pró-Majestic” estão pesquisadores como o físico nuclear Stanton T. Friedman, que dedicou mais de uma década ao assunto, e os ufólogos Bill Moore e Jaime Shandera.


Para aumentar o mistério que envolve o Majestic-12 (também conhecido como MJ2 ou MAJIC), pacotes adicionais chegaram às caixas de correio dos pesquisadores nos últimos anos. O pacote inicial foi um cartão postal enviado a Bill Moore em 1985.


Enviado da Nova Zelândia, aconselhava Moore a pesquisar arquivos recém-arquivados nos Arquivos Nacionais dos EUA. Moore e Shandera embarcaram na busca, descobrindo um memorando confirmando a existência do MJ12, de autoria de Robert Cutler, Assistente Especial de Segurança Nacional de Eisenhower, e endereçado a Nathan Twining, Chefe do Estado-Maior da Força Aérea dos Estados Unidos.


Entre 1992 e 1996, outro ufólogo recebeu diversos documentos relacionados ao MJ-12, posteriormente compartilhados com Friedman. Dois desses documentos foram confirmados como genuínos.


A primeira foi uma breve ordem dirigida ao General Nathan Twining (um suposto membro do MJ-12), referente às suas atividades durante sua viagem de julho de 1947 ao Novo México, local da suposta queda do OVNI.


O segundo documento foi um memorando para o presidente Truman, ditado pelo secretário de Estado George C. Marshall e dirigido ao vice-secretário. Embora o MJ-12 não tenha sido mencionado diretamente, o cabeçalho dizia: “NUJIC EO 092447 MJ-12”.


Na época do incidente de Roswell, Eisenhower servia como Chefe do Estado-Maior do Exército. Os críticos argumentam que, quando assumiu a presidência, já estava ciente do incidente e não precisava ler nenhum relatório.


As atualizações sobre os Majestic 12


Uma mão segurando uma foto antiga com 12 homens de terno sentados em uma mesa em um restaurante. Provavelmente os Majestic !2.

AS ÚLTIMAS EVIDÊNCIAS


O documento mais sensacional do MJ-12 chegou por correio em 1994, enviado a Don Berliner, um veterano ufólogo e escritor científico. O filme anônimo continha vinte e três páginas de um “Manual de Operações do Grupo de Estudos Especiais Majestic-12”, datado de abril de 1954. Esse intrincado conjunto de instruções era intitulado: “Entidades Extraterrestres e Tecnologia, Recuperação e Descarte”.


Dado que a maioria dos documentos MJ-12 são reproduções, é impossível analisar o papel ou tinta original. No entanto, numerosos detalhes objectivos podem ser cruzados, tais como as qualificações dos doze membros do comité, as datas das reuniões e a autenticidade das assinaturas.


Sem dúvida, o MJ-12 foi uma assembleia exclusiva: ao lado do Ministro da Defesa Forrestal, três diretores de agências de inteligência, um general da Força Aérea, um general do Exército, o Secretário do Exército e cinco dos cientistas mais influentes dos Estados Unidos faziam parte desta elite.


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